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Grávida deve evitar comida japonesa?

Boa notícia! As futuras mamães não precisam deixar comida japonesa durante os nove meses, pois peixe cru não causa toxoplasmose

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Alguns alimentos podem fazer mal à saúde da mãe e do bebê e devem ser evitados durante toda a gestação. No entanto, a comida japonesa e um dos seus principais ingredientes, o peixe cru, não está nessa lista – ou seja, as futuras mamães não precisam deixar de comer sashimi, shushi, temaki e outras delícias da culinária oriental durante os nove meses – inclusive as grávidas com sorologia negativa para toxoplasmose, já que a carne de peixe não é uma fonte de transmissão do parasita.

Comida japonesa na gravidez

Atenção: apesar do peixe cru não prejudicar o desenvolvimento do bebê, é preciso cautela na hora do consumo! Dependendo da procedência e da armazenagem, o peixe pode sofrer deterioração ou ser contaminado por bactérias e protozoários. Por isso, é importante escolher bem o restaurante, observando a higiene do local para não correr o risco de ter uma intoxicação alimentar!

Os benefícios do peixe

Os peixes possuem nutrientes essenciais para o desenvolvimento cerebral e cognitivo do bebê, como Ômega 3, fósforo e proteína. É recomendado que as gestantes consumam de 3 a 4 porções durante a semana.

O ideal é optar por peixes grelhados ou assados. E evite carne de tubarão, carapau, agulha e peixe-espadas, que possuem alta concentração de mercúrio, metal prejudicial à nossa saúde e ao desenvolvimento do feto. Salmão, sardinha, tilaria, bacalhau, abadejo, anchovas e truta são opções com menor quantidade de mercúrio.

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