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Laserterapia para fissuras mamárias

A laserterapia é um tratamento indolor capaz de acelerar a cicatrização das feridas. É possível ver o resultado já na primeira sessão!

Laserterapia: consultoras de amamentação já utilizam o método na casa da mamãe

Laserterapia: consultoras de amamentação já utilizam o método na casa da mamãe

Após o parto, a amamentação é o momento mais esperado pela mãe. E não é à toa! Além de todos os benefícios nutricionais e motores, o aleitamento materno ajuda a criar e fortalecer o vínculo entre mãe e filho. No entanto, o início na maioria das vezes não é fácil e algumas mulheres podem apresentar dor, sangramento e fissuras, já que os seios são muito sensíveis.

A correção na pega do bebê e o uso de pomada à base de lanolina e de placas de hidrogel normalmente contornam o problema. Mas, muitas vezes, a cicatrização pode demorar a ocorrer por causa do trauma repetido da sucção do bebê – o mamilo danificado também acaba ficando propenso a infecções bacterianas e fúngicas que podem até obstruir os ductos mamários e causar mastite.

Laserterapia: terapia com laser de baixa frequência

A laserterapia é uma solução cada vez mais utilizada para as fissuras mamárias. “A terapia com laser de baixa potência é uma alternativa que acelera a cicatrização das feridas. A maioria das mães relatam alívio da dor e nas fissuras em apenas uma sessão”, diz a enfermeira obstetra e consultora em amamentação Renata Sanches. O tratamento também é benéfico na desobstrução dos ductos mamários e no processo da cicatrização das mamas com mastite.

A aplicação do laser é rápida, indolor e pode ser realizada até o alívio dos sintomas. “Em média, são necessárias de quatro a oito sessões. Quanto antes iniciar o tratamento, melhor a resposta. A luz do laser auxilia a ‘calejar’ o mamilo, aumentando a resistência da pele”, explica Renata.

Lembre-se: O leite materno é um alimento completo e essencial para a formação do sistema imunológico da criança, protegendo contra alguns tipos de alergia e também de problemas futuros como obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares. Mas será que o meu leite é fraco? Será que tenho leite o suficiente? Abordamos essas outras questões que atormentam as mamães neste outro post!

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