Ginecologia

Ginecologia Clínica Dr. Gabriel Monteiro

Rotina ginecológica

Pelo menos uma vez ao ano, caso não exista nenhum sintoma diferente, é importante realizar uma consulta de rotina para a prevenção e o controle de doenças. Além de solicitar os exames laboratoriais e de imagens necessários, o ginecologista realiza exames clínicos para avaliar a vagina, o colo e o corpo do útero, além de examinar as mamas. Também pode ser realizada no próprio consultório a coleta do Papanicolau, importante exame que detecta inflamações, alterações causadas pelo HPV e lesões pré-cancerígenas.

Métodos contraceptivos

Há diversas opções de métodos contraceptivos e é importante avaliar os prós e contras de cada um. O perfil da paciente, o histórico familiar de doenças como trombose e câncer de mama, seus hábitos e a vontade de engravidar mais tarde devem ser fatores levados em consideração. DIU hormonal (Mirena), DIU de cobre, pílula, anel vaginal e implante hormonal são algumas das opções.

Consulta pré-concepcional

Diante da decisão de engravidar, é importante marcar uma consulta pelo menos três meses antes de iniciar as tentativas para avaliar a saúde da mulher e antecipar futuros problemas que podem interferir na gestação, como possíveis riscos genéticos, além de avaliar medicações, conferir se as vacinas estão em dia e iniciar o ácido fólico.

Síndrome do Ovário Policístico (SOP)

Atinge cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva e os sintomas mais comuns são ciclos irregulares, acne, excesso de pelos e dificuldade para engravidar. A SOP é um distúrbio endócrino que provoca alterações nos níveis hormonais, levando à formação de cistos nos ovários e favorecendo o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e obesidade. O tratamento deve ser extremamente criterioso para controlar os sintomas, previnir complicações e restaurar a fertilidade.

Endometriose

Considerada a doença da mulher moderna, a endometriose é muitas vezes de difícil diagnóstico e provoca cólicas menstruais intensas, dores pélvicas e durante a relação sexual. É caracterizada pela presença de endométrio fora do útero, como nas trompas, nos ovários e até na bexiga e no intestino. Infelizmente, ainda não há cura para a endometriose, porém o acompanhamento de um especialista é importante para controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O tratamento da paciente pode ser clinico, cirúrgico ou a combinação de ambos. Como cerca de 60% das portadoras da doença apresentam infertilidade, as técnicas de Reprodução Assistida podem ser indicadas.

Doenças Sexualmente Transmissíveis

As DSTs (AIDS, HPV, clamídia, gonorreia, sífilis, etc.) são causadas principalmente por vírus e bactérias transmissíveis por meio das relações sexuais desprotegidas com uma pessoa infectada. Geralmente se manifestam como corrimentos, feridas, bolhas ou verrugas, mas algumas DSTs também podem ser assintomáticas. Na consulta de rotina, o ginecologista costuma investigar a presença de DSTs, mas se notar algum sintoma, procure o especialista. Se não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem provocar complicações graves! Atenção: em gestantes, algumas DSTs causam malformações no feto e até aborto.

Sexualidade

A diminuição ou ausência de desejo sexual e a dor durante a relação não devem ser consideradas normais e o ginecologista pode identificar condições médicas, questões psicológicas e fatores físicos e hormonais envolvidos na disfunção sexual feminina para indicar o tratamento mais adequado para o problema.

Miomas uterinos

Até 80% das mulheres entre 30 e 50 anos podem ter miomas uterinos. No entanto, não são todas que apresentam sintomas como dor pélvica, sangramento excessivo e dificuldade para engravidar. A melhor opção de tratamento deve ser avaliada individualmente por um especialista.

Cirurgia ginecológica

Cirurgia minimamente invasiva, por laparoscopia e histeroscopia, para o tratamento de doenças ginecológicas como endometriose, miomas, entre outras.

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